domingo, 28 de dezembro de 2008

______guerreiros com guerreiros fazem zigue zigue zá


Tanto a caminhar, uma nova etapa a se inciar a as perspectivas de que nos falam não são lá das melhores. Ah...fico aqui no meu canto tão certa de que estou fazendo a minha parte, mas ainda me irrito e fico impaciente com aqueles que enxergam com insistência apenas a negritude.
Sempre acreditei que não ter esperança é meio [ou inteiro]caminho andado para o comodismo - "não vai melhorar, então vamos deixar como está!"
É tão mais fácil mesmo, cruzar os braços e ficar repetindo que tudo está muito confuso e muito negro, até demais para que se mude agora?
Ah...não creio nisso, não.
Não tenho a paciência e a falta de apetite necessárias para ficar quieta enquanto,à minha volta, desabam esperanças e sonhos úteis, bons, sagrados.
Se a gente deixa de acreditar, tudo desaparece.
Precisamos, sim, ainda, acreditar e ir às falas com o que se amontoa feito lixo em torno de nós. Fazer e acontecer, porque o fim só chega quando chega e enquanto isso nosso trabalho é viver!
É preciso gostar de levantar pela manhã e seguir adiante - não importa o que vai acontecer entre esse levantar e o deitar, horas depois.
O importante é fazer desse espaço de tempo - ainda o vemos de forma tão loinear, para nos conduzirmos...! - tenha valor.
É...valor.
Não se vive pro viver. Não se pode crer nisso. Não se pode vibrar tão baixo.
A gente vive porque quer, porque precisa, porque escolhe.
E valorizar isso é fazer valer a pena.
Sorria!
Você merece gostar do que vê no espelho!
A.
_______________________imagem: josé luis escobar

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